Olá, as aulas voltaram, tivemos a primeira aula de Ciência da Computação I, onde debatemos sobre back e front end.

 

BACK-END

Basicamente como o nome mesmo já diz back end, trabalha na parte de trás das aplicações, onde estão concentrados os trabalhos técnicos, são os mecanismos que fazem a mágica acontecer.

 

Podemos dizer que o back-end é o mais próximo do humano com a máquina, pois é onde atuam os profissionais que “conversam” e interagem diretamente com a máquina comparado com o front-end. 

 

São os humanos que conseguem conversar a linguagem binária ou a linguagem de máquina, através dos fascinantes e infinitos comandos que cada linguagem de programação possui. 

 

Comandos esses que fazem a máquina ser a maior ferramenta já inventada pelo homem que nós futuros ou atuais cientistas da computação a configuramos para todos os humanos utilizarem.

 

Esse conceito me vem à cabeça uma definição muito legal feita por um dos grandes nomes da computação, pois fez parte da geração que fundou nossa matéria “ciência da computação”,  Edsger Dijkstra.

 

Edsger Dijkstra

 

“Ciência da computação está tão relacionada aos computadores quanto a astronomia aos telescópios, biologia aos microscópios, ou a química aos tubos de ensaio. 

A ciência não estuda ferramentas, ela estuda como nós as utilizamos, e o que descobrimos com elas.”

 

 

Através das linguagens de programação mais profundas até mesmo colocar algumas talvez podendo dizer não tão complexas assim, se constroem a base da aplicação computacional.

 

Como diz um ditado aqui da minha terra, Mato Grosso do Sul, o famoso Pantanal, “Vamos dar nomes aos bois”.

 

As linguagens mais usadas para os profissionais de back-end são PHP, C#, Python, Java, Ruby, Golang.

 

Descobrir qual é a melhor não é a mais sábia decisão que um acadêmico ou até um profissional inexperiente pois para saber a melhor vem a grande e temível palavra “DEPENDE”: 

 

Qual aplicação será feita? 

Onde será feita?

Para quem será feita?

Quais os recursos existentes para ser feita?

 

Podemos fazer um check-list de qualquer tamanho para conseguir chegar na melhor decisão, quanto maior mais preciso será. 

 

Portanto a melhor linguagem de programação para um profissional de back-end trabalhar é simples a resposta, é a que ele mais domina.

 

Uma professora em programação fez um comentário que achei muito interessante trazendo para o mundo real, pois fiz essa amadora pergunta para ela, “qual a melhor linguagem para aprender hoje?”.

 

Ela disse “Na prática para quem não sabe nenhuma, a melhor linguagem para se aprender hoje vai ser a linguagem que seu primeiro emprego vai lhe obrigar a usar!”.

 

Então podemos dizer que para adquirir experiência precisamos colocar em prática, e a melhor prática é a real, a profissional onde suas aplicações necessitam de um resultado positivo para a empresa.

 

Assim seu primeiro emprego com certeza será onde vai lhe exigir ultrapassar seus limites, que venhamos e convenhamos não será muito difícil pois quem não tem experiência e está começando a aprender, cada dia, cada período do dia, às vezes cada hora pode ser ultrapassado seu limite.

 

O profissional de back-end busca estruturar toda a aplicação utilizando todas as ferramentas que a linguagem pode trazer, com a segurança dos dados que hoje o ditado mais vivo em relação aos dados é:

 

“Informação é o novo petróleo.”

 

E informação nada mais é do que correlação de dados, então a segurança é muito importante que caso a estrutura deve ser construída muito bem pensada.

 

Regras de negócio é outro quesito que o back-end deve sempre trabalhar, pois são essas regras que constam como utilizar, como foi construído, mas é um assunto para outro artigo.

 

Performance, é o que define o sucesso e o fracasso de uma aplicação, caso for estruturado de forma errada ou simplesmente desatualizada pode fazer com que não tenha um bom rendimento, fazendo assim inviável.

 

Pois já dizia o ditado “Tempo é dinheiro” e como dinheiro move o mundo, gastar tempo ou recursos sem necessidade por erro de construção é eliminar a possibilidade de sucesso.

 

Uma das grandes e importantes manipulações de um profissional de back-end é a manipulação de banco de dados, onde são inúmeros, cada um mais efetivo para cada tipo de linguagem que estiver trabalhando.

 

Bancos mais usados pelos profissionais hoje, são SQL Server, Oracle, MySQL, PostgreSQL.

 

FRONT-END

front-end

 

Falando de front-end agora seguindo a linha de raciocínio que utilizamos no back-end, se o back-end é o profissional que fala com a máquina, podemos dizer que o front-end são os profissionais que falam com os humanos.

 

Então o profissional de front-end como o nome mesmo já diz, são os que trabalham na frente, são os mágicos que mostram a mágica que o back-end faz com que a máquina execute.

 

Para isso os profissionais precisam deixar um pouco o binário, a complexidade das execuções de comandos diretamente ligados com a máquina e focarem mais na interação com os humanos.

 

Isso acontece com a utilização de outras linguagens, como linguagem de marcação HTML, linguagem de estilo CSS, linguagem de script/programação JavaScript.

 

A diferença entre linguagens são suas finalidades, todas são comunicadoras, porém a linguagem de programação gera dados, o que não acontece nas outras que apenas mostram os dados.

 

O front-end foi a grande revolução da internet, pois antes de existir essa divisão oficial, até por que as coisas eram mais “simples” no início, o front-end era o famoso WebMaster.

 

Onde o WebMaster dominava o HTML, fazendo as inúmeras tabelas com informações de forma acessível para qualquer usuário, podendo assim passar informações na internet através das páginas.

 

Então como podemos ver, o front-end é quem tem o dever de convencer o usuário a acessar seu conteúdo e manter sua atenção. 

 

Assim a experiência do usuário é de extrema importância e profundamente estudada, fazendo com que troque o binário das máquinas para o subjetivo da mente humana.

 

As ferramentas do front-end vão além das linguagens, pois deve ser utilizado conhecimentos psicológicos e comportamentais, o que está em constante mudança.

 

Pois comportamento da sociedade muda de acordo com a evolução da humanidade, e com a era da informação, onde as pessoas recebem excesso de informações por todos os lados, por todos os dispositivos, possíveis.

 

Faz com que o comportamento mude ou se preferir se transforme, muito rápido, criando tendências que o profissional de front-end deve estar atento, pois é o ponto crucial do sucesso ou fracasso.

 

Entender o usuário é onde entra o desempenho da aplicação do front-end.

 

Uma grande vantagem podemos dizer do front-end para os iniciantes é que você consegue um resultado visível mais rápido do que o back-end, pois a linguagem de HTML é muito mais simples de se aprender para obter um resultado.

 

Com poucas linhas de código se pode criar um site, manipular as formas e conteúdos que quer, assim o usuário, no caso o programador iniciante, tem uma sensação prazerosa de sucesso.

 

Pois já na programação back-end, você consegue obter pequenos sucessos, mas não são palpáveis, vamos colocar um exemplo:

 

Um universitário programando em HTML, consegue criar um site e usar o site em sua primeira experiência podendo utilizar já no mundo “real”.

 

O famoso “Hello World!” em seu navegador feito por você que todos os tutoriais, e cursos ensinam.

 

Já um universitário aprendendo linguagem de programação como um C++, terá que aprender vários conceitos lógicos, e na prática escrever um “Hello World!” na tela, momentaneamente pois o executável não faz mais nada.

 

E no mundo de hoje, com a segurança sempre em primeiro lugar, até mesmo os executáveis devem ser ativados com antivírus pausado.

 

Então todo o prazer que se tem no início é mais intrínseco, porém a curva de aprendizado é muito maior por você ser o criador de dados, com o tempo a evolução se torna mais palpável, com aplicações onde se podem utilizar no dia a dia.

 

Voltando ao front-end além do HTML, que é a base do front-end se tem ferramentas para trazer mais efetividade para o objetivo final que é o “gosto do freguês”, no caso a experiência positiva do usuário final.

 

Essas ferramentas são como o CSS, e seus aditivos como o bootstrap, onde conseguem enfeitar, fazer o HTML mais bonito mais gostoso de se consumir a informação.

 

O JavaScript onde se consegue utilizar algumas execuções e interligação do back-end com o front-end, que na analogia que utilizamos da mágica, seria os profissionais de apoio do mágico, onde ajudam o mágico a mostrar a mágica projetada pelo back-end, seriam os profissionais que ajustam o cenário, cortinas, empurram os equipamentos…

 

front-end magica

 

O profissional de front-end deve utilizar muitos conceitos dos maiores entendedores dos seres humanos para consumo, seriam esses os dos profissionais de publicidade e propaganda e de psicólogos.

 

Pois através de gatilhos psicológicos, os profissionais de marketing podem utilizar cores, formas, combinações de cores que as tendências do mercado de consumo estão tendo mais resultados.

 

Colocando em prática com alguns exemplos na prática sobre tendências, podemos ver como as coisas vão mudando, no início os WebMasters eram engessados pelas tabelas, pois o HTML só fazia isso.

 

Portanto os sites eram sempre quadrados, retângulos dentro de retângulos, todos padronizados, onde hoje você abre um site antigo, você consegue ver claramente a falta de efeitos modernos a limitação que tinham.

 

Com a evolução os sites foram se tornando cada vez mais bonitos e versáteis, onde com o surgimento de programas de cores e edição de imagens, como PhotoShop, sites começaram a ter cores, degradês, muitos fundos com fotos e imagens, porém com limitações de pixels.

 

Fazendo com que o degradê fosse péssimo para impressão da época, e a junção das cores eram muito fácil identificação dos pixels e por outro lado o aparecimento dos flashs, ferramenta muito utilizada para animações, trazendo sites com movimentos.

 

E tendências voltam como atualmente com a evolução do processamento, o infinito número de pixels processados hoje, o degradê voltou e está forte em 2019/2020.

 

Junto com o degradê sites limpos, brancos com imagens estilo ícones ou ilustrações, dominam o mercado de sites.

 

Mas ao mesmo tempo uma nova tendência está surgindo, que é o estilo dark-mode, onde os sites começaram a se tornar escuros, muito melhores para leituras longas. 

 

Um grande exemplo que pode ser visto, é a gigante INSTAGRAM, onde seu logo já mudou para um logo acinzentado atualmente.

 

Exemplos são infinitos, mas o que podemos verificar que o front-end por manipular emoções humanas muitas vezes precisam de auxílio de profissionais de outras áreas, para obter a melhor performance.

 

Fazendo assim a parte das aplicações mais humanas.

 

FRONT-END VS BACK-END

Qual é o melhor?

Qual é o mais fácil?

Qual é o mais difícil?

 

São perguntas simples de se responder, porém a resposta não vai agradar.

 

A resposta é o curto e cirúrgico DEPENDE.

 

Estamos falando de profissão, e profissão boa é a profissão em que a pessoa se sinta bem, faça com amor e dedicação para obter maior desempenho positivo.

 

Somos humanos e sempre diferentes um dos outros com aptidões diferentes.

 

Mas como seres humanos que somos existe sempre a competitividade, então a guerra entre as duas áreas é mais um clássico.

 

Podemos ver esses clássicos no mundo todo em todas as áreas, como a arquitetura vs engenharia.

 

Engenharia seria o back-end onde está ligado aos cálculos da estrutura das construções, os alicerces, onde se tem o conhecimento profundo sobre a construção de todos os tamanhos e necessidades.

 

Mas toda a dedicação ao conhecimento puro, como o binário das máquinas, o torna objetivo e claro, portanto por ele entregaria apenas construções em formas de caixas quadradas, onde a distribuição de forças são iguais.

 

Sem cores para ter mais rapidez na entrega e simplesmente concluir o objetivo.

 

Já na arquitetura, se tem a necessidade de entregar um projeto que o cliente/usuário sinta prazer em consumir, o que é o front-end faz. Pois o arquiteto vai concretizar um sonho, uma ideia do jeito que a imaginação do cliente.

 

Ele entende os efeitos das cores em cada ambiente, as formas que vão complementar uma paisagem, facilidades que pode se criar para uma boa qualidade de vida.

 

Mas suas limitações, está no conhecimento profundo, onde até por lei arquitetos não podem construir todo tipo de construção, podendo apenas focar em construções de pequeno ou médio porte.

 

Qual é o melhor?

 

O melhor é a junção dos dois, é a arquitetura como o mágico mostrando a mágica fluir, uma varanda suspensa, uma piscina em forma de losango com pontas quadradas, fazer a imaginação voar.

 

E a engenharia como o back-end, usar as ferramentas possíveis através de cálculos e mais cálculos, ferramentas e mais ferramentas concretizar a mágica, cabos de aço, vigas, concretos especiais.

 

Outro exemplo podemos ir para a saúde.

 

O médico e a enfermeira, o médico analisa exames, faz cirurgias indica medicação, resolve os sintomas de alguma doença.

 

Objetivo, prático, rápido e eficaz. Como um back-end deve ser, muito conhecimento profundo, sobre todo tipo de doença.

 

Já a enfermeira é quem vai fazer com que o paciente/usuário se sinta bem em fazer procedimentos para realizar os exames, é quem vai cuidar de como o paciente vai se alimentar ou se medicar.

 

Sempre de forma humana, trazendo a finalidade do front-end, muitas vezes é a  “histórinha” contada para desestressar o momento, a forma de pegar no braço para aplicar uma injeção, a hora exata que o paciente está com humor propício a aceitar a tomar o medicamento ou a alimentação.

 

Portanto a junção dos dois, fazem com que a recuperação torne com que o objetivo da medicina tradicional seja cumprido completamente pois, o paciente será curado de uma forma humana e “jeitosa”.

 

Ainda no mundo da medicina.

 

Medicina tradicional com a medicina alternativa.

 

A grande rivalidade, pois se tem procedimentos de estudos profundos científicos da medicina tradicional, voltada para a solução de sintomas que doenças trazem.

 

E por outro lado a medicina alternativa, levada por décadas ou até milênios de conhecimento popular, onde se tratam de forma natural focado muito mais no emocional do ser humano, onde se acredita que é o início de toda doença.

 

A junção dos dois, é a medicina integrativa, que é a medicina moderna, onde se une os dois, fazendo o tratamento do paciente, médicos e terapeutas de todas as áreas unidos para tratar do indivíduo como um todo, corpo, mente e espírito.

 

Onde se tratam de desde o emocional até o sintoma final de uma doença.

 

Assim podemos ver que o back-end e front-end são necessários juntos, para obter o maior desempenho para o usuário final.

 

Pois é isso que importa, qual área atuar, isso cada pessoa vai se adaptar melhor, todos tem seus pós e contras, o que importa é fazer bem.

 

MINHA OPINIÃO

 

Eu como um universitário padrão de computação, estou tendo contato com as duas áreas, porém desde ano passado 2019 estou aprendendo HTML, CSS, BootStrap e entrando um pouco no JavaScript.

 

Pelo simples fato já exemplificado, de me sentir melhor com o resultado mais rápido, onde com esse conhecimento criei o mynerdlifebr, onde estou escrevendo esse artigo.

 

Com ferramentas facilitadoras como o wordpress, onde é a base de PHP linguagem de programação de back-end consigo inter-ligar facilmente banco de dados, HTML, CSS, JavaScript de forma intuitiva.

 

Fazendo com que a otimização das aplicações sejam de ótima qualidade, suprindo  as necessidades do back-end que seriam as regras de negócio, segurança, desempenho.

 

E para conseguir evoluir de forma real, como conversamos no início, onde uma professora diz que o primeiro emprego que vale a sua linguagem e é onde realmente se tem a evolução real, pelas responsabilidades do mundo real.

 

Achei a melhor forma de evoluir, que foi me transformando em um web design freelancer, onde consigo adquirir conhecimento cada vez maior de acordo com a necessidade de clientes mutias vezes encontrados em site de freelancer como o WORKANA ou indicações, deixando de ser apenas conteúdo universitário ou hobby, para um conteúdo profissional.

 

Com a evolução dos projetos, vamos adquirindo conhecimentos mais aprofundados e com o avanço das matérias vou passar para a programação back-end também e até o fim do curso saberei qual será minha aptidão.

 

Assim minha opinião é iniciar no front-end final mesmo, como o web design onde seu contato com o humano é maior, e passando pelo web developer, onde se tem mais contato com os javascript mais próximo ao profissional de back-end.

 

Chegando na linguagem do profissional de back-end, iniciar a programação com a linguagem da máquina que seria o ser o profissional de back-end e então teria a ideia sobre tudo e já conseguirá ter o discernimento de decidir qual é a área que mais teve prazer em trabalhar.

 

Conhecimento nunca é demais, e sempre lembrar que todo especialista em algo, já foi básico em tudo.

 

Todo grande CEO já teve experiência de chão de fábrica, todo neurocirurgião já foi clínico geral, todo engenheiro já foi mestre de obra, pode não ter sido oficialmente porém o estágio de cada curso já são executadas as tarefas básicas de cada profissão.

 

front-end magica

E todo profissional de computação já executou seu “Hello World!”

 

 

 

 

 

1 comentário

  1. Entendendo HTML CSS XML JSON - mynerdlifebr em 15 de setembro de 2020 às 02:27

    […] artigo vamos introduzir um pouco sobre o front-end, após discutirmos a divisão entre front-end back-end, falarmos sobre HTTP e HTTPS onde se tratava do transporte dos dados, agora vamos falar um pouco […]